sexta-feira, dezembro 2, 2022
Google search engine
InícioCAPAPQP contra a MP

PQP contra a MP

Em sotaque manezinho, “Tira a mão do meu rezistro” é o mote do Carnaval 2020 do Pauta que Pariu (PQP), bloco dos jornalistas de Santa Catarina.   Tem tudo a ver com a campanha nacional da categoria em defesa de seu registro profissional.  A luta, que vem ganhando apoios em todos os setores da sociedade, vai ser retratada de forma irreverente e criativa na identidade visual do Bloco (camisetas, decoração ambiente) e vai inspirar os recados e posts que são produzidos para as redes sociais.  A arte do tema leva a assinatura de Mauro Thezainer.

O bloco irá concentrar no dia 22 de fevereiro, sábado de carnaval, a partir do meio-dia, na Escadaria do Rosário, coração da cidade de Florianópolis. O bloco é formado por jornalistas, radialistas, publicitários, estudantes de comunicação e simpatizantes.

Dois esquentas de pré-carnaval estão agendados. O primeiro será dia 31 de janeiro (sexta-feira), às 19h, no Bar do Mozo (Praça Pereira Oliveira, ao lado do TAC), no Centro de Florianópolis. Já o segundo será no dia 15 de fevereiro (sábado), a partir das 15h, no Tralharia Antique Café Bar (R. Nunes Machado, 104 – Centro). Nos dois esquentas haverá venda do Kit PQP (que incluiu camiseta, carreteiro e 7 latinhas de cerveja para o dia 22).

Os foliões que quiserem garantir antecipadamente seu Kit PQP devem entrar em contato com Sérgio Murillo (48-999819805).

O PQP tem o patrocínio da Skol puro malte, Grupo ND Mais e apoio da Prefeitura de Florianópolis, Pado In, Tralharia e A Galleria.

Em respeito ao registro profissional dos jornalistas

Uma Medida Provisória – MP 905/2019 – que tramita no Congresso Nacional revoga a obrigatoriedade de registro para atuação profissional de jornalistas e de outras 13 profissões. A MP mantém o registro de classe somente para as profissões em que existem conselhos profissionais atuando (como advocacia, medicina, engenharias, serviço social, educação física, entre outros).

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e seus sindicatos filiados em todo o país denunciam a inconstitucionalidade desta MP e têm realizado uma vigorosa campanha para a sua derrubada.

Dez anos depois da extinção do diploma de nível superior específico como critério de acesso à profissão pelo Supremo Tribunal Federal, esta MP é mais um passo rumo à precarização do exercício da profissão de jornalista, uma atividade de natureza social ligada à concretização do direito humano à comunicação.

Na prática, sem qualquer tipo de registro de categoria, o Estado brasileiro passa a permitir, de maneira irresponsável, o exercício da profissão por pessoas não habilitadas, prejudicando toda a sociedade.

RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Most Popular

Recent Comments

Daniel A. Santos on Legislação dos jornalistas
Antônio Carlos Costa on As multidões e os protestos
FERNANDO MARGHETTI NUNES on Dez desejos para o jornalismo em 2016
leonelcamasao on Legislação dos jornalistas
Maria Tercilia Bastos on Nota de pesar
valmor on Convênios
Vilma Gomes Pinho on Convênios